quarta-feira

Revisão Filosofia 6*Ano

1) ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA:
Segundo o texto "Os sentidos do olhar", quais os diversos sentidos que podemos atribuir à palavra olhar? (valor 1,0)
a) Comparar e analisar.
b) Sentir e experimentar.c) Diferenciar e classificar.
d) Visualizar e imaginar.
e) Todas as alternativas estão corretas.

2) ASSINALE AS ALTERNATIVAS CORRETAS:
Quais alternativas representam uma forma de "olhar interior"?
a) Pensamento.
b) Imaginação
c) Ideias
d) Memória
e) Observação.

3) ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA:
A pintura é um "olhar-janela" da nossa imaginação uma vez que é capaz de representar materialmente o conteúdo dela. Contudo, o papel da imaginação não se limita apenas em fornecer imagens para uma apresentação material, tendo efetiva importância, dentro do processo do conhecimento. Sendo assim, podemos afirmar:
a) É através da imaginação que somos capazes de elaborar hipóteses, ou seja, de pensar possíveis respostas sobre aquilo que estamos procurando conhecer.
b) A imaginação nos permite criar uma ideia sobre determinado assunto e/ou objeto, ainda que não conheçamos esse assunto e/ou objeto na prática
c) A imaginação é uma "janela do pensamento", que torna visível, para nós, possíveis relações entre assuntos e objetos diferentes entre si, relações estas que nem sempre são visíveis para os outros.
d) A imaginação nos possibilita ir além da simples experiência dos sentidos e criar um universo diferente daquele que conhecemos.
e) Todas as alternativas estão corretas.
 5) O que significa o termo relação?
4) ASSINALE AS ALTERNATIVAS CORRETAS:
Podemos afirmar que o conhecimento é possível através da investigação de hipóteses, as quais são elaboradas por um trabalho entre razão e imaginação. Sendo assim, podemos considerar que as atividades envolvidas na criação e análise das hipóteses são:
a) Imaginar e formular as possíveis causas para o acontecimento de um determinado evento e/ou problema.
b) Pensar uma possível solução a um determinado problema ou responder a uma pergunta.
c)Confirmar a hipótese a partir da ocorrência de um evento singular (evento único).
d) Analisar a ocorrência do evento e/ou problema em diversos momentos e situações diferentes, e verificar se está de acordo com aquilo que se pensou (hipotetizou), fazendo isso através experimentos diversos e observações.
e) Todas as alternativas.

a) Aproximação (conexão ou ponte) entre elementos ou ideias diferentes, realizada por meio do pensamento, com base em algum critério (motivo ou razão) específico.
b) Ideia sobre um determinado assunto obtida a partir da visualização
c) Imagem de um cenário e/ou evento visualizado em um momento anterior.
d) Opinião sobre um determinado acontecimento desenvolvida a partir da experiência.
e) Sensação obtida no momento em que visualizamos algo pela primeira vez.

6) ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA:
Por que nossas experiências interferem na forma como vemos?
a) Porque a partir dessas experiências podemos estabelecer novas relações (conexões ou pontes) entre aquilo que vemos e o que pensamos.
b) Porque nossas experiências tornam possível que reconheçamos as coisas e que as identifiquemos com outras, verificando semelhanças, o que nos permite avaliá-las.
c) Porque nossas experiências fazem com que possamos imaginar um determinado cenário ou evento, permitindo verificar e prever o seu acontecimento, ou seja, antecipando-nos à experiência
d) Porque nossas experiências possibilitam que tenhamos uma opinião sobre aquilo que presenciamos.
e) Porque a nossa experiência nos permite reconhecer objetos, formas e cenários em uma visualização, mas não é capaz de revelar todos os aspectos do que visualizamos, possibilitando que conheçamos sempre novos aspectos de um mesmo objeto a cada contato.

7) ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA: (valor 1,0)
Por que podemos afirmar que a pintura é um exemplo de "olhar - janela" que abre tanto para dentro quanto para fora?
a) Porque a pintura trata de apresentar o mundo, exatamente como ele é, sendo produzida para ser um retrato fiel da realidade.
b) Porque a pintura busca representar situações do mundo para despertar um sentimento no espectador.
c) Porque a pintura, ao mesmo tempo que busca retratar o mundo, faz isso a partir do sentimento e da percepção pessoal do artista.
d) Porque a pintura busca transformar algo externo, como um cenário, em uma imagem produzida a partir do pensamento e sentimento pessoal do artista, mas que também se transforma em algo externo quando é reproduzida na obra de arte e em um novo sentimento por quem a visualiza.
e) Todas as alternativas estão corretas.
  

8) ASSINALE A ALTERNATIVA CORRETA:
Do mesmo modo que a imaginação auxilia no conhecimento racional do mundo, através da imaginação de hipóteses, teorias e leis científicas, ela também tem o seu lado lúdico (divertido) e livre, o qual pode ser expresso, por exemplo, na arte e nos sonhos. Escolha a alternativa que apresenta aspectos da imaginação tanto no caso da arte quanto no caso dos sonhos.
a) Ambas são capazes de trazer ao pensamento de quem vivencia imagens, sons e sensações desconexas e torná-las uma experiência vivaz, "misturando" o fantástico e a realidade.

b) Tanto no sonho quanto na arte a imaginação tem a função de apresentar as informações recolhidas pela percepção em diversos momentos ao longo da vivência.
c) Quando representada através da arte ou dos sonhos, a imaginação tem a capacidade de aterrorizar, entristecer, alegrar, acalmar e despertar múltiplas sensações físicas.
d) Quando representada em sonho ou através da arte, a imaginação é fonte de novas sensações que se misturam às antigas percepções, dando um novo significado às coisas.
e) Todas as alternativas estão corretas.


9) ASSINALE AS ALTERNATIVAS CORRETAS:
Quando falamos de hipóteses e das atividades envolvidas na sua elaboração, há um elemento essencial que validará ou invalidará aquela hipótese, o qual chamamos de critério. Nesse sentido, qual o papel do critério dentro da investigação sobre a verdade e, portanto, formação do  conhecimento?
a) O critério é uma referência (parâmetro) durante a realização das observações e experimentos.
b) O critério é a forma como a hipótese é descrita e verificada.
c) O critério é a anulação da hipótese, por esta contradizer uma teoria mais antiga.
d) O critério é aquilo que permite distinguir algo verdadeiro de algo falso, ou seja, aquilo que indica a veracidade ou falsidade.
e) Todas as alternativas estão corretas.

10) Descartes, filósofo francês do século XVI, buscou entender qual o critério para a distinção entre a realidade e os sonhos, uma vez que os sonhos, em certos casos, pareciam muito reais. Isso significa, em outras palavras, que ele buscava entender de que forma podemos ter certeza da realidade das coisas que acreditamos conhecer. O conhecimento é possível, ou tudo aquilo que eu vejo e acredito conhecer pode ser tão enganoso quanto um sonho? Para Descartes, podemos distinguir a realidade dos sonhos porque:
a) quando estamos acordados, agimos de forma coerente, estamos em espaços coerentes, diferente dos sonhos, em que não há uma ordem nos acontecimentos e o impossível é possível.
b) quando sonhamos, estamos dormindo e quando estamos acordados, estamos alerta.
c) quando estamos acordados, possuímos a consciência daquilo que vivenciamos, ou seja, sabemos por que estamos agindo assim ou de outra forma, tendo esta ou outra sensação, estamos neste ou em outro lugar; o que não ocorre quando sonhamos.
d) quando sonhamos, misturamos imaginação com realidade e às vezes acreditamos estar acordados quando ainda sonhamos.
e) quando estamos sonhando, tudo acontece muito rápido e não temos noção do tempo.

11)  A palavra caleidoscópio deriva de três termos gregos Kálos, que significa belo, eidos,que significa imagem e scopé, que significa olhar para. Portanto, podemos traduzir essa palavra como:
a) “olhar para uma bela imagem”
b) “olhar para dentro”
c) “olhar um objeto bonito”
d) “olhar e admirar”
e) “olhar e analisar”

12) Para participar de um diálogo filosófico precisa-se de:
a) bons argumentos
b) diversão
c) perguntas interessantes
d) brincadeiras
e) pressupostos

13) Qual objeto permite que vejamos a nós mesmos como os outros nos vêem e também nos faz investigar e pensar sobre o que vemos?
a) Lupa
b) Telescópio
c) Microscópio
d) Espelho
e) Luneta

14) A palavra Filosofia surgiu na Grécia, há aproximadamente 2500 anos, e significa:
a) Ensina-me a viver;
b) Esperança e confiança;
c) Amor ao Saber;
d) Admiração e conhecimento;
e) Busca pela realidade.

15)Vimos a respeito das imagens que, nossas opiniões podem revelar ou esconder, como uma sombra, alguns pensamentos que existem “por detrás”delas. Tais pensamentos podem ser chamados de: (valor: 1,0)
a) Observação
b) Pressupostos
c) Admiração
d) Reflexão
e) Surpresa

GABARITO

1 - E
2 - A,B,C,D
3 - A
4 - E
5 - D
6 - E
7 - A,B,D
8 - E
9 - A,D
10 - C
11 – A
12 – C
13 – D
14 – C
15 - B

sábado

GABARITO 7*ANO

Galerinha! Segue abaixo o gabarito das questões da nossa revisão...

Bom estudo! Até segunda!

1 - A,C
2 - E
3 - A,B,C,E
4 - C
5 - A,C
6 - A,C
7 - B
8 - E
9 - B,C,D,E
10 - A

segunda-feira

Filosofia - 7*Ano

1) ASSINALE AS ALTERNATIVAS CORRETAS:
Por que nossa experiência está relacionada àquilo que acreditamos conhecer?
a) Porque aprenderíamos através daquilo que experimentamos, através da nossa vivência de mundo.
b) Porque as nossas experiências apresentam o que há de verdadeiro e o que há de falso nas coisas.
c) Porque nossas experiências formariam a base de tudo em que acreditamos, na medida em que vamos conhecendo pouco a pouco as coisas.
d) Porque a experiência é algo ligado aos cientistas, é o método que eles utilizam para comprovar a verdade ou o erro.
e) Nenhuma das alternativas está correta.
2) Com base no texto "A verdade e a mentira", de Diléa Frate, podemos afirmar que tudo o que acreditamos conhecer é verdadeiro?
a) Sim, pois a verdade é sempre buscada pelas pessoas, então o que conhecemos só pode ser verdadeiro.
b) Não, pois a mentira é preferida pelas pessoas, porque a verdade nem sempre é bem-aceita.
c) Sim, pois se a mentira pode se disfarçar de verdade e vice-versa, é porque no fundo não há diferença entre uma e outra.
d) Sim, pois a mentira veste a roupa da verdade, então ela passa a ser considerada verdade.
e) Não, pois, segundo o texto, a mentira pode vir disfarçada de verdade e a verdade de mentira. Isso significa que sempre conseguimos distinguir uma da outra.
3) ASSINALE AS ALTERNATIVAS CORRETAS:
Ainda segundo o texto de Diléa Frate "A verdade e a mentira", por que as pessoas buscariam a verdade mesmo quando encontram a mentira?
a) Porque embora a mentira seja, às vezes, mais conveniente, ela não corresponde à realidade.
b) Porque a mentira tem as pernas curtas, e logo se descobre o seu disfarce. Isso significa que a mentira é algo falso, enganoso, e o conhecimento buscado por todos nós tem de ser diferente disso para ser real.
c)Porque a mentira não nos permite conhecer, na medida em que nos ilude e nos engana.
d) Porque a verdade pretende nos mostrar aquilo que já conhecemos e que, portanto, nos é mais seguro, enquanto a mentira exige que nós imaginemos coisas, que pensemos no que é diferente.
e) Porque apenas a verdade é capaz de nos revelar a realidade.
4) O texto "Qual o seu ponto de vista" nos traz algumas questões sobre a relação entre verdade e opinião. Sendo assim, podemos afirmar que opinião:  
a) não é considerada um conhecimento, pois não contribui para a descoberta de teorias, ou hipóteses, sendo apenas "pontos de vista".
b) é o conhecimento que se tem sobre algo e, embora seja baseada na vivência pessoal de cada um, é considerada uma fonte de saber confiável.
c)é a forma como cada um recolhe, identifica, observa, imagina e pensa o significado de algo, e pode variar de pessoa para pessoa, mas não é considerada, por si só, um conhecimento.
d) é o conhecimento que se tem sobre algo, o qual é comum a todas as pessoas, e é baseado na vivência pessoal de cada um.
e)são histórias, sentimentos, impressões, pontos de vista, que são parecidos entre as pessoas, e por isso é considerada um conhecimento.
5) ASSINALE AS ALTERNATIVAS CORRETAS:
Analisando os textos "Qual o seu ponto de vista?", "Observar e pensar" e "Como saber", podemos afirmar que verdade e opinião são diferentes. Em que consiste essa diferença? Ou seja, no que a verdade e a opinião são diferentes?

a) Para algo ser considerado "verdade" necessita de prova, enquanto uma opinião pode estar baseada apenas em pontos de vista, histórias, vivências e  sentimentos de alguém, sem a necessidade de ser provada ou verificada.

b) A opinião expressa conteúdos pessoais, mas está sempre relacionada a algo verdadeiro.
c) Para algo ser considerado verdade, deve estar relacionado à realidade, enquanto que uma opinião nem sempre está.
d) A opinião é considerada uma verdade pessoal.
e) A opinião precisa de comprovação, mas, ainda assim, pode ser considerada uma verdade, porque está relacionada a um ponto de vista pessoal.
6) O texto "Filosofia e arte" e os questionamentos levantados no "Diálogo filosófico" trazem o exemplo das sereias como algo que sabemos do que se trata, sem que nunca tenhamos visto uma, possuindo apenas uma noção baseada nos relatos de mitos e histórias contadas desde muito tempo. Isso nos traz o problema do "saber confiável", que relaciona conhecimento, verdade, realidade e experiência. Sobre essa relação, podemos afirmar que:
a) Para que algo seja considerado um conhecimento, ou seja, uma ideia ou noção correta sobre algo, é necessário que essa ideia ou noção seja verdadeira. 
b) O conhecimento existe porque nossas experiências confirmam nossas opiniões.
c) Para constatarmos se a noção ou ideia sobre algo é verdadeira, constituindo assim um conhecimento, verificamos se esta ideia ou noção procede com aquilo que experimentamos ou vivenciamos na realidade.
d) A realidade demonstra que nosso conhecimento é sempre verdadeiro, porque a nossa experiência faz com que conheçamos as coisas gradualmente.
e) A verdade não é algo que pode ser verificado através da experiência, uma vez que não é possível a constatarmos na realidade.
7) Segundo o texto "As formas de saber", a mitologia consistiu em uma busca pelo saber pois:
a) ela explica, através das narrativas sobre os deuses e heróis, aquilo que podemos verificar na realidade.
b) por meio dela, vieram as primeiras tentativas de respostas sobre a origem do mundo, finalidade da vida, a ordem natural das coisas, etc.
c) ela busca uma explicação racional para os eventos e acontecimentos do mundo, investiga a ordem natural das coisas.
d) ela traz conteúdos da imaginação, a qual busca uma explicação lógica para o que acontece no mundo.
e) ela se preocupa com a religiosidade e isso contribuiu para o desenvolvimento das crenças que são transmitidas ainda hoje.
8) Ainda segundo o texto mencionado anteriormente, a filosofia surgiu enquanto um novo caminho na busca pela verdade. Por que  este caminho se mostrou mais eficiente que a mitologia, contribuindo para o surgimento posterior da ciência?
a) Porque, assim como a mitologia, a filosofia se preocupa com a religiosidade e a moralidade que são transmitidas ainda hoje.
b) Porque a filosofia conseguiu reunir e verificar todas as histórias da mitologia e prová-las através de raciocínios lógicos.
c) Porque a mitologia é mais antiga que a filosofia, e tudo o que é mais novo, é melhor aceito.
d) Porque a filosofia busca, ainda hoje, resolver algumas dúvidas que a mitologia não foi capaz de resolver.
e) Porque, diferentemente da mitologia - que era baseada em narrativas incríveis, repletas de deuses e heróis, sendo, portanto, mais relacionada à imaginação -, a filosofia busca argumentos mais lógicos e racionais.
9) ASSINALE AS ALTERNATIVAS CORRETAS:
Enquanto um caminho na busca pelo saber, podemos dizer que a filosofia...
a) busca confirmar os mitos através de experimentos científicos.
b) indaga o que somos capazes de conhecer.
c) estuda como podemos evitar os enganos.
d) ocupa-se de como obter certeza de que nossos conhecimentos são verdadeiros.
e) investiga a veracidade de determinados pontos de vista sobre a realidade.
10) Estes filósofos do século XVII defendiam que um método seguro de conhecer deveria estar baseado na razão, ou seja, em pensamentos e raciocínios. São eles os:
a) Racionalistas;
b) Empiristas;
c) Iluministas;
d) Idealistas;
e) Existencialistas.

sexta-feira

quinta-feira

Desafio!

Lobo, ovelha e a couve...
 
Você precisa fazer a travessia de todos de uma margem até a outra. Contudo, se deixar sozinhos a ovelha come a couve, o lobo come a ovelha. Portanto, tome cuidado com as duplas que permanecem numa das margens do rio!
 
...
 

quinta-feira

FILOSOFIA

9 ANO - Viver em busca do Bem


Crítica aos valores morais

Nietzsche questionou os valores que norteiam a cultura ocidental e demonstrou que esse questionamento só é possível com o conhecimento do nascimento, desenvolvimento e modificação da moralidade. Segundo o filósofo, os valores de bem e de mal nunca foram questionados, e se eles nunca foram questionados, é porque, desde Platão, o valor de bem, por exemplo, encontrava sua legitimidade no outro mundo, em um mundo transcendental que colocava seus objetos e seus valores como imutáveis, eternos e, portanto, inquestionáveis. No entanto, esses valores devem ser vistos como humanos, ou ainda, como demasiadamente humanos, já que foram criados objetivamente em algum ambiente, momento e lugar, portanto, podem e devem ser questionados. Esses valores surgem, transformam-se, cedem lugar a outros, estão escritos na história e não em um mundo transcendental ou além da realidade física.
A partir do momento que Nietzsche nos diz que os valores são humanos, ou seja, que eles surgiram em algum momento e em algum lugar, ele vai se empenhar em traçar uma história do bem e do mal, e examinando as civilizações passadas chega à conclusão de que existem duas perspectivas avaliadoras: a dos nobres e a dos ressentidos, ou a dos fracos e a dos fortes, ou ainda o que ele chama de moral dos senhores e moral dos escravos. São duas perspectivas avaliadoras distintas.

O Imperativo categórico

Nietzsche questionou os valores que norteiam a cultura ocidental e demonstrou que esse questionamento só é possível com o conhecimento do nascimento, desenvolvimento e modificação da moralidade. Segundo o filósofo, os valores de bem e de mal nunca foram questionados, e se eles nunca foram questionados, é porque, desde Platão, o valor de bem, por exemplo, encontrava sua legitimidade no outro mundo, em um mundo transcendental que colocava seus objetos e seus valores como imutáveis, eternos e, portanto, inquestionáveis. No entanto, esses valores devem ser vistos como humanos, ou ainda, como demasiadamente humanos, já que foram criados objetivamente em algum ambiente, momento e lugar, portanto, podem e devem ser questionados. Esses valores surgem, transformam-se, cedem lugar a outros, estão escritos na história e não em um mundo transcendental ou além da realidade física.
A partir do momento que Nietzsche nos diz que os valores são humanos, ou seja, que eles surgiram em algum momento e em algum lugar, ele vai se empenhar em traçar uma história do bem e do mal, e examinando as civilizações passadas chega à conclusão de que existem duas perspectivas avaliadoras: a dos nobres e a dos ressentidos, ou a dos fracos e a dos fortes, ou ainda o que ele chama de moral dos senhores e moral dos escravos. São duas perspectivas avaliadoras distintas.


quarta-feira

6 ANO

BELO OU FEIO?

A teoria do belo por Tomás de Aquino parte do fato de que certos objetos nos agradam e outros nos desagradam. Simples, e este agrado ou desagrado, causado por certos objetos.
A visão, através dela, que se tem uma impressão estética do objeto. Tomás de Aquino defende que a beleza é formal, pois o que impressiona primeiro o espírito é a forma do objeto.
Trabalho
Capa
Corpo do Trabalho
Observe e analisa as imagens na página 18 da sua apostila do 1 Volume.
Assinale  Belo ou Feio e justifique sua resposta nas linhas abaixo.
Na página 19, temos o texto  A coruja e a águia. Leia atentamente e responda as questões da página 20.

A coruja e a águia

                                                      Monteiro Lobato

Coruja e águia , depois de muita briga resolveram fazer as pazes.
– Basta de guerra — disse a coruja.  –  O mundo é  grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.
– Perfeitamente — respondeu a águia. — Também eu não quero outra coisa.
– Nesse caso combinemos isso:  de ora em diante não comerás nunca os meus filhotes.
– Muito bem.  Mas como posso distinguir os teus filhotes?
– Coisa fácil.  Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial, que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.
– Está feito! — concluiu a águia.
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Ilustração francesa.
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Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.
– Horríveis bichos! — disse ela.  — Vê-se logo que não são os filhos da coruja.
E comeu-os.
Mas eram os filhos da coruja.  Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi justar contas com a rainha das aves.
– Quê?  — disse esta admirda.  — Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos?  Pois, olha não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste…
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—-
Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai.  Lá diz o ditado: quem o feio ama, bonito lhe parece.
- Reescreva as questões da página 20 e responda.